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Conhecida no mundo inteiro como a pequena e bem-humorada esposa do “profeta”, ela sempre acompanhava o marido em suas viagens. Nessas ocasiões sempre falava em reuniões eclesiásticas sobre a importância da mulher e da mãe no lar e como, com a ajuda de Deus, podemos vencer as dificuldades da vida e ter alegria. “A única maneira de enfrentar a vida é rindo. Pode-se rir ou chorar diante dos problemas. Eu prefiro rir”, dizia. Reconhecida pelo seu trabalho na comunidade, ela recebeu em abril de 2003, na Universidade Brighan Young, nos Estados Unidos, a cadeira Marjorie Pay Hinckley em Serviço Social e Ciência Social. Também foi homenageada, em 98, na América, com o célebre prêmio de Serviço à Humanidade. Além de cuidar do lar e servir na Igreja e na comunidade, Marjorie Hinckley escreveu três livros, o mais recente era Is this what I was born to do?: Mother's Day Booklet , uma espécie de diário. Seu marido, muito grato e feliz por tê-la junto a si, sempre dizia que era ela quem mantinha as coisas funcionando durante a época em que ele viajava, cumprindo suas obrigações na Igreja, e ela ficava sozinha com os filhos pequenos. “Ela é uma mulher de grande fé, uma mulher maravilhosa. Como eu a amo!”, expressou ao se tornar o décimo quinto presidente da Igreja.
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